• 13.05 - 17.05.26

     

     

    Luciana Brito galeria

    FARGO 2026

     

     

    Estande

    G8

     

     

    Afonso Tostes | caio reisewitz | Campana
    Delson Uchôa | Gabriela MachadO | Geraldo de Barros
    IvÁn Navarro | Regina Silveira | Rob Wynne
  • A Luciana Brito Galeria tem o prazer de anunciar sua participação na 8a edição da FARGO - Feira de Arte de Goiás, uma das principais plataformas de arte do estado. Para o evento, a galeria selecionou obras dos artistas Afonso Tostes (1965, Brasil), Caio Reisewitz (1967, Brasil), Campana (Fernando Campana, 1965 - 2022, Brasil. Humberto Campana, 1953, Brasil), Delson Uchôa (1956, Brasil), Gabriela Machado (1960, Brasil), Iván Navarro (1972, Chile) e Rob Wynne (1948, EUA).
     
    A madeira ocupa um lugar central na pesquisa de Afonso Tostes, tanto por sua carga simbólica quanto por suas qualidades formais, articulando questões ligadas à sustentabilidade e ao meio ambiente. A escultura em metal da série Sem título (2026) estabelece um contraponto às suas conhecidas peças em madeira, nas quais o artista se apropria de troncos e fragmentos encontrados para criar composições que sugerem instabilidade, em alusão ao desequilíbrio das florestas. A galeria apresenta ainda Árvore pequena (2023), construída com papel de livros descartados, e um conjunto de pinturas Sem título (2025), nas quais Afonso Tostes emprega pó e resíduos de madeira provenientes de sua própria produção para ativar uma poética de reconstrução do que se perdeu, neste caso, as próprias árvores.
     
    A galeria também apresenta duas obras de Caio Reisewitz. A obra Mamanguá XXII (2013) integra uma série de fotografias realizada no Saco do Mamanguá, em Paraty (RJ), região conhecida como o único “fiorde tropical” do Brasil, ou seja, uma reentrância marinha de cerca de 8 km, cercada por montanhas de Mata Atlântica. A imagem, imperceptível a olho nu, foi capturada a noite por meio de fotografia analógica com longa exposição (90 minutos), utilizando filme diapositivo Kodak (cromo). O tom azulado resulta de uma falha de reciprocidade, no qual a relação entre tempo de exposição e incidência de luz deixa de ser linear, produzindo desvios cromáticos. Já a obra Jacupiranga (2025) deriva de pesquisa inédita do artista sobre a toponímia paulista, realizada na região de Cananéia (SP), onde passa o histórico Caminho de Peabiru, uma rede de trilhas pré-coloniais que conectava o Oceano Atlântico, no litoral brasileiro, ao Oceano Pacífico, no Peru, utilizada tanto por povos indígenas quanto por exploradores europeus.
     
    Do Estúdio Campana a galeria traz a dupla Cadeira Teddy Bear marrom (2025) e Puff Netuno (2025), fazem parte da Coleção Banquete e dão continuidade a uma investigação recorrente do estúdio, na qual o mobiliário incorpora materiais não convencionais, como as pelúcias. Inspirada na ideia do banquete como encontro, abundância e prazer sensorial, essa coleção explora volumes generosos, texturas macias e formas orgânicas. Suas peças deslocam o objeto funcional para o campo da experiência sensorial e afetiva, evocando imaginários ligados à infância e à memória e proporcionando uma experiência tátil e emocional, em que o design se aproxima do gesto, do humor e da intimidade, reafirmando a vocação do estúdio para reinventar materiais e narrativas.
     
    Em suas pinturas, o artista alagoano Delson Uchôa trabalha não apenas a estridência solar e vegetação alagoana, como também referências cromáticas da arte plumária, através da cultura indígena. Essa interação da luz com a matéria, quando aplicada em obras de menor dimensão, como em Construção I não posso esquecer Mondrian (2022), é costurada em padrões geométricos sofisticados, causando fenômenos ópticos contrastantes aos olhos. Já as pinturas de Gabriela Machado revelam fragmentos de seu cotidiano. As cenas, cores e formas que atravessam seu dia a dia são as grandes fontes de inspiração para a artista, das quais as utilizam para criar narrativas, como um diário de bordo, desde 2017. As pinturas de maior dimensão, como Catuaba (2025), trazem expressividade gestual em uma escala mais corporal, através de processos rápidos e orgânicos, em que a artista exterioriza seus sentimentos e estados de espírito, enquanto as pinturas menores realizam um trânsito de fora para dentro, trazendo para a tela as percepções do entorno, como registros de paisagens.
     
    A luz é o fio condutor para as obras de Iván Navarro, que geralmente questionam a sociedade, a política, além da própria história da arte, com mensagens transmitidas ao público de maneira subliminar através de seus títulos, cores e símbolos. Suas instalações coloridas e luminosas, como Square Light (2019), travam um diálogo com o minimalismo, provocando nossos sentidos, ao passo que interagem com o espectador.
     
    Rob Wynne, o mais novo artista representado pela Luciana Brito Galeria, é um colecionador de memórias. Muito atento ao seu próprio contexto e à cultura popular, o artista utiliza a sintaxe visual para combinar fragmentos extraídos de conversas, literatura, teatro, cinema etc, em obras que empregam principalmente textos como elementos principais. Acidentalmente, durante uma visita em uma fundição de vidro, o artista descobriu seu verdadeiro interesse pelo material, que passou a ser largamente utilizado em sua obra, na qual ele trabalha formas orgânicas a partir do material ainda líquido
  • Delson Uchôa

    1956, Maceió, Brasil. Vive e trabalha em Maceió, Brasil.
  • A pesquisa de Delson Uchôa tem a luz como seu objeto principal, considerada pelo artista como identidade da sua região de origem: Maceió (AL). É através dela, que o artista trabalha o tempo, a cor, a textura, a transparência e a escala, já que a maioria de suas pinturas traz dimensões monumentais e levam anos para serem finalizadas. A cromaticidade da flora e da fauna naturais dessa região, também são estudadas e combinadas à geometria construtiva popular nordestina. Considerado um dos principais artistas da “Geração 80” da pintura brasileira, Delson também trabalha fotografia e escultura, práticas das quais considera como formas de construir cores, ou seja, extensões da pintura.
     
    Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Alagoas em 1981, Delson Uchôa estudou Pintura na Fundação Pierre Chalita. Realizou mostras individuais em instituições renomadas como o Museu Oscar Niemeyer (Curitiba, Brasil, 2023), Museu do Estado de Pernambuco (Recife, Brasil, 2022), Museu de Ecologia e Escultura (São Paulo, Brasil 2018), Ludwig Museum (Koblenz, Alemanha 2015), Centro Cultural São Paulo (São Paulo, Brasil, 2012), Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, Brasil 2003), além ter participado em mostras coletivas em museus como MASP (São Paulo, Brasil, 2025), CCBB (Brasil, 2025, 2022), Museu Nacional da República (Brasília, Brasil, 2017), Museu de Arte do Rio (Brasil, 2016, 2014), MAM (São Paulo, Brasil, 2007, 1995), entre outros. Além de uma extensa trajetória de bienais nacionais e internacionais – como as de Veneza, São Paulo, Havana e Cairo –, suas obras figuram em coleções como Inhotim (Brumadinho, Brasil), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), Museu de Arte Moderna de São Paulo (Brasil), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil), Vogt Collection (Berlim, Alemanha) e York Stack Collection (Berlim, Alemanha).
  • D E L S O N U C H Ô A “Construção I não posso esquecer Mondrian”, 2022 acrílica e...
    D E L S O N  U C H Ô A
    “Construção I não posso esquecer Mondrian”, 2022

    acrílica e resina sobre lona

    acrylic and resin on canvas

    137 x 140 cm
    53.94 x 55.12 in
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  • D E L S O N U C H Ô A “Parágrafo cúbico”, 2023 acrílica e resina sobre tela acrylic...
    D E L S O N  U C H Ô A
    “Parágrafo cúbico”, 2023

    acrílica e resina sobre tela

    acrylic and resin on canvas

    130 x 135 cm
    51.18 x 53.14 in
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  • Afonso Tostes

    1965, Belo Horizonte, Brasil. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.
  • A matéria e sua estrutura, formas de conexão, fixação e sustentação são conceitos que atraem o interesse de Afonso Tostes. E foi a partir dos anos 2000, que o artista inicia a pesquisa que passa a nortear seu trabalho: a tridimensionalidade e sua representação no espaço. Trata-se de uma evolução coerente desde o começo de sua carreira, a qual já estudava as formas estruturais orgânicas no desenho e na pintura. Conhecido por suas grandes instalações, Afonso Tostes resgata as histórias preliminares dos materiais, principalmente a madeira, expõe e transforma suas narrativas, de acordo com uma sensível reconstrução no espaço expositivo, ou mesmo com a ressignificação de objetos menores já existentes, como ferramentas e utensílios de trabalho.
     
    Afonso Tostes estudou Artes na Escola Guignard (1980, Belo Horizonte, Brasil) e, em seguida, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (1989, Rio de Janeiro, Brasil). Dentre as suas principais mostras individuais estão as apresentadas na Fundação Iberê Camargo (2023, Porto Alegre, Brasil), Sesc Pompeia (2019, São Paulo, Brasil), Casa França Brasil (2013, Rio de Janeiro, Brasil), Museu de Arte Moderna – MAM/RJ (2011, Rio de Janeiro, Brasil), Museu de Arte Contemporânea – MAC Niterói (2009, Rio de Janeiro, Brasil), Centro Cultural Maria Antônia (2003, São Paulo, Brasil) e Centro Cultural São Paulo – CCSP (1996, São Paulo, Brasil). Já entre as exposições coletivas estão a Casa de Cultura do Parque (2025, São Paulo, Brasil), Casa Roberto Marinho (2023, Rio de Janeiro, Brasil), Museu de Arte do Rio – MAR (2020, Rio de Janeiro, Brasil), Fondation Cartier pour l’Art Contemporain (2019, Paris, França), Museu Nacional de Arte Chinesa (2018, Pequim, China), Frestas Trienal Sesc (2014, Sorocaba, Brasil), Instituto Tomie Ohtake (2010, São Paulo, Brasil) e 5a Bienal do Mercosul (2005, Porto Alegre, Brasil). Sua obra figura em coleções como MAM-RJ (Brasil), MAM-BA (Brasil), MAC Niterói (Brasil), Fondation Cartier pour l’Art Contemporain (França) e Coleção SESC de Arte (Brasil).
  • A F O N S O T O S T E S “Árvore pequena”, 2023 madeira e pó de madeira...
    A F O N S O  T O S T E S
    “Árvore pequena”, 2023

    madeira e pó de madeira sobre papel

    wood and sawdust on paper

    85 x 90 x 3 cm
    33.46 x 35.43 x 1.18 in
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  • A F O N S O T O S T E S “Árvore folha”, 2025 acrílica, pigmento e pó de...
    A F O N S O  T O S T E S
    “Árvore folha”, 2025

    acrílica, pigmento e pó de madeira sobre madeira

    acrylic, pigment and wood dust on wood

    50 x 170 cm
    19.68 x 66.92 in
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    • Afonso Tostes Sem título, 2026 escultura em bronze bronze sculputre 30 x 10,5 x 9 cm 11.81 x 4.13 x 3.54 in ed 4/20
      Afonso Tostes
      Sem título, 2026
      escultura em bronze
      bronze sculputre
      30 x 10,5 x 9 cm
      11.81 x 4.13 x 3.54 in
      ed 4/20
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    • Afonso Tostes Sem título, 2026 escultura em bronze bronze sculputre 30 x 10,5 x 9 11.81 x 4.13 x 3.54 in ed 1/20
      Afonso Tostes
      Sem título, 2026
      escultura em bronze
      bronze sculputre
      30 x 10,5 x 9
      11.81 x 4.13 x 3.54 in
      ed 1/20
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  • Campana

    Fernando e Humberto Campana. Estúdio Campana.

    Fernando Campana. 1961, Brotas, São Paulo, Brasil - 2022, São Paulo, Brasil
    Humberto Campana. 1953, Rio Claro, São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

     

    CV do Artista
  • Os irmãos Fernando e Humberto Campana iniciaram a parceria em 1983, desenvolvendo um trabalho que abraça a multidisciplinaridade, unido arte, design, arquitetura, cenografia, moda e paisagismo, sendo cada peça uma ferramenta para contar histórias. Através do Estúdio Campana, a dupla quebrou barreiras na ressignificação, recuperação e reutilização dos materiais, propondo soluções simples e criativas, bem como resgatando o fazer manual através da tecnologia de ponta e da sustentabilidade. O imaginário coletivo popular do Brasil, com suas cores e formas, é resgatado em peças dramáticas, caóticas e cheias de movimento e significado, promovendo a arte do design como um instrumento de intercâmbio de conhecimentos, transformação e inclusão social. Desde 2022, Humberto Campana lidera os trabalhos com o Estúdio e Fundação Campana. 
     
    Fernando e Humberto Campana fundaram o Estúdio Campana em 1984. Sua primeira exposição individual aconteceu no Nucleon 8 (1989, São Paulo, Brasil), seguida por Pinacoteca do Estado de São Paulo (1991, São Paulo, Brasil), Museu da Casa Brasileira (1996, São Paulo, Brasil), Museu de Arte Moderna – MAM (2001, São Paulo, Brasil), Design Museum (2004, Londres, GB), Danish Design Centre (2004, Copenhagen, Dinamarca), Victoria & Albert Museum (2007, Londres, GB), Musée Des Arts Decoratifs (2012, Paris, França), Decorative Arts Center of Ohio (2014, Lancaster, EUA), Museu de Arte Moderna – MAM (2020, Rio de Janeiro, Brasil), The Power Station of Art, Shanghai (2024, Xangai, China), dentre muitas outras. Já entre mostras coletivas, destacam-se as realizadas no Centre Pompidou - Metz (2025 e 2023, Metz, França), Design Museum (2022, Londres, Reino Unido), Museum of Modern Art – MoMA (1998, Nova York, EUA), Crystal Palace (2003, Milão, Itália), Centre Pompidou (2005, Paris, França), Museum of Modern Arts Montreal (2006, Montreal, Canada), Triennale di Milano (2015, Milão, Itália), Somerset House (2018, Londres, Reino Unido), Museum of Fine Arts (2020, Houston, EUA) e Denver Art Museum (2021, Denver, EUA). Suas peças figuram em coleções como Centre Pompidou (França), Musée Des Arts Décoratifs (França), MoMA-NY (EUA) e MAM-SP (Brasil). Em 2009, fundaram o Instituto Campana, para promover o Design como uma ferramenta social. Desde 2018, os Campana estão entre os arquitetos mais importantes do mundo pela Interni. Por dois anos (2014-15), estiveram entre os mais importantes profissionais do Design pela revista Wallpaper e, em 2013, foram listados entre as cem personalidades brasileiras mais influentes. Em 2012, foram selecionados para o Colbert Committee Award (Paris, França), homenageados pela Design Week (Pequim, China), além de Ordem do Mérito Cultural (DF, Brasil), Ordem das Artes e Letras do Ministério da Cultura da França e eleitos Designers do ano pela Maison & Objet de Paris. Em 2008, receberam o prêmio Design/Miami Designer of the Year.
  • C A M P A N A “Puff Netuno”, 2025 bichos de pelúcia, lona e aço inoxidável plush animals, canvas...
    C A M P A N A
    “Puff Netuno”, 2025
    bichos de pelúcia, lona e aço inoxidável
    plush animals, canvas and stainless steel
    45 x 80 cm
    17.71 x 31.50 in
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  • C A M P A N A “Cadeira Teddy bear marrom”, 2025 bichos de pelúcia, lona e aço inoxidável plush...
    C A M P A N A
    “Cadeira Teddy bear marrom”, 2025
    bichos de pelúcia, lona e aço inoxidável
    plush animals, canvas and stainless steel
    92 x 140 x 116 cm
    36.22 x 55.11 x 45.66 in
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  • Caio Reisewitz

    1967. São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
  • C A I O R E I S E W I T Z “Jacupiranga”, 2025 c-print em metacrilato c-print mounted...
    C A I O  R E I S E W I T Z
    “Jacupiranga”, 2025
    c-print em metacrilato
    c-print mounted on Diasec
    155 x 122 cm
    61.02 x 48.03 in
    ed 1/5
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  • C A I O R E I S E W I T Z “Mamanguá XXII”, 2013 c-print em metacrilato c-print...
    C A I O  R E I S E W I T Z
    “Mamanguá XXII”, 2013
    c-print em metacrilato
    c-print mounted on Diasec
    100 x 80 cm
    39.37 x 31.49 in
    ed 5/8
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  • Iván Navarro

    1972. Santiago, Chile. Vive e trabalha em Nova York, EUA.
  • As obras de Iván Navarro atraem o público a partir da combinação de elementos que questionam nossa percepção. Por um lado, sob um ponto de vista formalista, seus trabalhos são cuidadosamente construídos, trazendo a luz como seu suporte principal. Luz que provoca os sentidos ao mesmo tempo em que suscita um encantamento no espectador. A produção de Iván Navarro também é imbuída de conotações políticas, que são comunicadas ao público por inúmeras estratégias, como visto nos títulos de seus trabalhos, no cuidadoso uso da cor, na utilização de anagramas, ou na apropriação e desconstrução de símbolos que representam ideologias e poder institucionalizado. 
     
    Iván Navarro formou-se em Artes Visuais, em Santiago, Chile, em 1995. Entre as mostras individuais estão: Gare Villejuif - Gustave Roussy, Paris, França (2026), Centro Cultural Gabriela Mistral, Santiago, Chile (2025), Galpón Santa Elena, Santiago, Chile (2025), La Capilla Azul, Chiloé, Chile (2024), Micromuseo di arte Contemporanea della Tuscia, Itália (2023), Art-OMI Sculpture Park, Ghent, EUA (2022), Farol Santander, São Paulo (2020), MAC – Niterói, RJ (2019), MACBA, Buenos Aires (2019), Museu Nacional de Belas Artes, Santiago, Chile (2015), Espace Culturel Louis Vuitton, Paris, França (2010). Dentre as coletivas: Knoxville Museum of Art, Knoxville, EUA (2025), Centro de Arte Caja de Burgos, Burgos, Espanha (2024), Site Santa Fe, Novo México, EUA (2022), Illuminate SF Festival of Light, São Francisco, EUA (2020), XIV Bienal de Nuevos Medios, Museo Nacional de Bellas Artes, Santiago, Chile (2019), 13o Bienal do Cairo (2019), MACBA, Buenos Aires, Argentina (2018), Guggenheim NY (2018), Museo del Barrio, NY (2017), MuBE-SP (2016), Centro Nacional de Arte Contemporáneo, Santiago, Chile (2016), 10a Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2015), Cairo International Biennale, Egito (2010), 53a Biennale di Venezia (2009), 2a Bienal de Moscou (2007), etc. Dentre as coleções mais importantes estão Centro Galego de Arte Contemporánea (Espanha), Fonds National d’Art Contemporain (França), Hirshhorn Museum and Sculpture Garden (EUA), Inhotim (Brasil), Museum of Fine Arts (Boston, EUA), Saatchi Collection (Inglaterra) e Solomon R. Guggenheim Museum (EUA).
  • I V Á N N A V A R R O “Square Light” (Yellow) , 2019 lâmpadas, espelho, caixa de...
    I V Á N  N A V A R R O
    “Square Light” (Yellow) , 2019
    lâmpadas, espelho, caixa de madeira e luz elétrica 
    light bulbs, mirror, one-way mirror, wooden box and electric energy
    76,2 x 76,2 x 12,7 cm
    30 x 30 x 5 in
    ed 1/3
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  • Gabriela Machado

    1960, Joinville, Brasil. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.
  • A pesquisa de Gabriela Machado tem a pintura como principal interesse. O imaginário do dia a dia da vida representa grande fonte de inspiração, fornecendo à artista os parâmetros para suas paisagens e naturezas-mortas, onde pequenos recortes do cotidiano são emulados na tela. Seus processos partem da gestualidade rápida, orgânica e espontânea, o que atribui pureza à visualidade das formas e cores vivas. Suas esculturas acontecem como um desdobramento dessa estética, dando à artista a oportunidade de investigar as formas através da potencialidade de outros materiais, como argila, gesso e bronze.
     
    Gabriela Machado formou-se em Arquitetura pela Universidade Santa Úrsula (RJ), em 1984. Também estudou gravura, pintura, desenho e teoria da arte na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ), entre 1987 e 1992, além de cursos livres. Desde 1987 expõe no Brasil e internacionalmente. Dentre as principais exposições individuais estão as realizadas no Paço Imperial (2023, Rio de Janeiro), Fundação Eugênio de Almeida (2019, Évora, Portugal), Museu de Arte de Santa Catarina (2018, Santa Catarina), Auroras (2017, São Paulo), MAM (2016, Rio de Janeiro), Espaço Caixa Cultural (2009, São Paulo e Rio de Janeiro), CCBB (2002, Rio de Janeiro). A artista também participou de mostras coletivas em espaços como Instituto Figueiredo Ferraz (2025, Ribeirão Preto, Brasil), Casa Roberto Marinho (2022-2023, Rio de Janeiro), Paço Imperial (2014, Rio de Janeiro), Oi Futuro (2014, Rio de Janeiro), Instituto Figueiredo Ferraz (2025 e 2012, Ribeirão Preto (2012, São Paulo), Centro Cultural São Paulo (2011, São Paulo), Museu de Arte da Pampulha (2010, Belo Horizonte), Centro Universitário Maria Antônia (2002, São Paulo), Espaço MAM-Higienópolis (2002, São Paulo), MAM (1999, Salvador), dentre outros. Realizou as residências Air 351 (2019, Cascais, Portugal) e Further on Air (2016, Nova York, EUA). Sua obra figura entre coleções nacionais e internacionais importantes, como Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte), Centro Cultural São Paulo (São Paulo), Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual (Lisboa, Portugal), Casa Roberto Marinho (Rio de Janeiro), IBAC-Instituto Brasileiro de Arte Contemporânea (Rio de Janeiro), Museu de Arte de Santa Catarina (Santa Catarina), Arizona State University Art Museum (Arizona, EUA), etc.
  • G A B R I E L A M A C H A D O “Catuaba”, 2025 acrílica sobre linho...
    G A B R I E L A  M A C H A D O
    “Catuaba”, 2025

    acrílica sobre linho

    acrylic on linen

    114 x 173 cm
    44.88 x 68.11 in
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  • G A B R I E L A M A C H A D O Sem título, 2024 acrílica sobre...
    G A B R I E L A  M A C H A D O
    Sem título, 2024

    acrílica sobre papel

    acrylic on paper

    42 x 34 cm
    16.53 x 13.38 in
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  • Rob Wynne

    Nova York, EUA, 1948. Vive e trabalha em Nova York, EUA.
  • Rob Wynne é um colecionador de memórias. Muito atento ao seu próprio contexto e à cultura popular, o artista utiliza a sintaxe visual para combinar fragmentos extraídos de conversas, literatura, teatro, cinema etc, em obras que empregam imagens e, principalmente, textos como elementos principais, seja em esculturas, instalações, colagens, impressão digital ou bordados. O vidro costuma ser um dos seus materiais preferidos, do qual ele costuma trabalhar formas orgânicas, que são espalhadas por ele manualmente. Sua investigação ainda é atravessada por conceitos que remetem ao Fluxus, movimento norte-americano da década de 1960, do qual esteve intimamente ligado e que trazia a abordagem experimental e multidisciplinar para relacionar a vida cotidiana à arte. 
     
    Formado em artes pelo Pratt Institute (Nova York, EUA), Rob Wynne já realizou exposições individuais em espaços importantes, como o Norton Museum of Art (2019 e 2012, Palm Beach, EUA), Brooklyn Museum (2019, Nova York, EUA) e New York University (1994, Nova York, EUA), além de mostras coletivas, como no New Orleans Museum of Art (2017, New Orleans, EUA), Massachusetts College of Art & Design (2017, Boston, EUA), Museum of Modern Art (2013, New York, EUA), Georgia Museum of Fine Art (2005, Athens, EUA), P.S.1 Institute for Contemporary Art (1998, Long Island City, EUA), dentre outros. Suas obras figuram em coleções públicas e privadas: Brooklyn Museum of Art (EUA) Centre Pompidou (França) Museum of Fine Arts (EUA) Columbus Museum of Art, Columbus (EUA) The Museum of Modern Art - MoMA (EUA), The Whitney Museum of Art (EUA), The Philadelphia Museum of Art (EUA), La Collection de Frac des Pays de la Loire (França), Bibliothèque National Paris (França), Norton Museum of Art (EUA). Em 2023, juntamente com Gregory R. Miller & Co. o artista lançou a monografia ilustrada "Obstacle Illusion". 
  • R O B W Y N N E “Sun Vortex”, 2025 vidro derramado e espelhado poured and mirrored glass 66...
    R O B  W Y N N E
    “Sun Vortex”, 2025

    vidro derramado e espelhado

    poured and mirrored glass

    66 x 81 cm
    26 x 32 in
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  • R O B W Y N N E “Dark Green Spirit”, 2024 vidro derramado e espelhado, espelho poured and mirrored...
    R O B  W Y N N E
    “Dark Green Spirit”, 2024

    vidro derramado e espelhado, espelho

    poured and mirrored glass, mirror

    86,5 x 71 cm
    34 x 28 in
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  • R O B W Y N N E “Saudades...”, 2025 vidro derramado e espelhado poured and mirrored glass 64 x...
    R O B  W Y N N E
    “Saudades...”, 2025

    vidro derramado e espelhado

    poured and mirrored glass

    64 x 125 cm
    25 x 49 in
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  • R O B W Y N N E “New exclamation”, 2024 vidro derramado e espelhado poured and mirrored glass 62...
    R O B  W Y N N E
    “New exclamation”, 2024

    vidro derramado e espelhado

    poured and mirrored glass

    62 x 10 cm
    24.4 x 3.93 in
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