• 04.03 - 08.03.2026

     

    Luciana Brito galeria

    ARCO MADRID 2026

     

     

    Estande


    7B18

     
     
    ANTONIO PICHILLÁ | Bosco SOdi
    caio reisewitz | Geraldo de Barros | Héctor Zamora
    Leandro Erlich | Liliana porter | marina Abramovic
    regina silveirA | Rochelle Costi
     
  • Regina Silveira

    1939, Porto Alegre, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
  • A pesquisa artística de Regina Silveira questiona as formas tradicionais da representação visual, levando-a a trabalhar novas possibilidades de meios e significações. Suas obras exploram o espaço arquitetônico e contextual, geralmente operando por meio de narrativas gráficas, para causar deslocamentos da percepção e estranhamentos, com base na experiência comum dos espaços que virtualmente modifica. A artista é conhecida por sua pesquisa sobre os princípios da perspectiva, suas distorções e estudo das sombras, que emprega em grandes instalações site specific e, sobretudo, por seu uso variado de meios, que incluem não apenas gravuras, porcelanas, tapeçarias e recortes de laminados, como vinil recortado digitalmente, projeções luminosas, vídeo instalações e realidades virtuais e aumentadas. 
     
    Bacharel em Artes pelo Instituto de Artes do Rio Grande do Sul (1959), Mestre (1980) e Doutora em Arte (1984) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, sua carreira como docente inclui o ensino no Instituto de Artes do Rio Grande do Sul (1960-69); na Universidade de Puerto Rico, em Mayaguez, PR (1969-73); na FAAP(1973-85), São Paulo; e na ECA-USP (1974-presente). Foi artista convidada da Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, Portugal, em 2024, da Bienal de São Paulo nas edições de 1981, 1983, 1998 e 2021, da Bienal Internacional de Curitiba em 2013 e 2015, e da Bienal do Mercosul em 2001 e 2011. Também  participou da Bienal de La Habana, Cuba, em 1986, 1998 e 2015, da Médiations Biennale, Poznan, Polônia, em 2012, da  6a Taipei Biennial, Taiwan, em 2006 e da 2a Setouchi Triennale, Japão, em 2016. Mais recentemente, em 2025, a artista inaugurou sua maior obra comissionada, Paradise, no IAH Terminal D - George Bush Intercontinental Airport, em Houston, EUA, em caráter permanente, além de ter realizado mostras individuais no Centro de Extensión Alameda - PUC, Santiago, Chile, Instituto Arte Contemporânea (IAC SP), em São Paulo, no Palacio de La Virreina, Centre de La Imatge, em Barcelona, Espanha, e no Centro de Extensión de la Universidad Católica, em Santiago, Chile. Em 2021-22, Regina Silveira apresentou uma grande exposição individual no Museu de Arte Contemporânea – MAC-USP, em São Paulo, com obras suas que integram a coleção permanente deste museu. Além disso, a artista já teve seu trabalho apresentado no Paço das Artes, São Paulo, 2020; Museu Brasileiro da Escultura – MuBE, São Paulo, Brasil, 2018; Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil, 2015; Museo Amparo, Puebla, México, 2014; Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre Brasil, 2011; Atlas Sztuki Gallery, Lodz, Polônia, 2010; MASP-SP, 2010; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madri, 2005. 

    Regina Silveira recebeu o Prêmio APCA pela carreira (2011), o Prêmio Fundação Bunge (2009) e o Prêmio MASP (2013). Foi bolsista das fundações Fulbright (1994), Pollock-Krasner (1993) e Guggenheim (1990) e sua obra está representada em inúmeras coleções públicas e privadas, como Usina de Arte (Brasil), Coleção Itaú (Brasil), MAC-USP (Brasil), MASP (Brasil), MAM-RJ/SP (Brasil), MACRS (Brasil), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil), MoMA (EUA), Phoenix Museum (EUA), Museum of Fine Arts Houston (EUA), Taipei Fine Arts Museum (Taiwan), Perez Art Museum Miami (EUA), Seattle Art Museum (EUA), entre outros.

  • R E G I N A S I L V E I R A “Discurso” da série “Dilatáveis”, 1981/2022 impressão...
    R E G I N A  S I L V E I R A
    “Discurso” da série “Dilatáveis”, 1981/2022
    impressão em papel Hahnemüle Canvas Cezanne 430 gm2 com ploter Canson IPF Pro 4000 com tintas Canon Lucia Pro
    printing on Hahnemüle Canvas Cezanne 430 gm2 paper with Canon IPF Pro 4000 plotter with Canon Lucia Pro inks
    100 x 191 cm
    39.37 x 75.2 in
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  • Liliana Porter

    1941, Buenos Aires, Argentina. Vive e trabalha em Nova York, EUA
  • Por meio de referências da cultura popular e da memória coletiva, Liliana Porter se utiliza de artifícios que beiram o fantástico para compor trabalhos que subvertem as convenções impostas pelo cotidiano e pela própria arte, criando situações ambíguas e controversas, em situações chamadas “vinhetas teatrais”. Através de uma coleção particular de imagens e pequenos objetos, a artista trabalha diferentes suportes, desde fotografia, vídeos e instalações, para nos colocar diante de narrativas alegóricas e distorcidas da realidade e do tempo. 
     
    Liliana Porter é formada em Artes Visuais pela Escuela Nacional de Bellas Artes (Buenos Aires, Argentina) e pela Universidad Iberoamericana (Cidade do México, México). Radicada nos EUA desde 1964, fundou no mesmo ano o New York Graphic Workshop, com Luis Camnitzer e José Guillermo Castillo. Em 1974, participou da criação da residência Studio Camnitzer, na Itália. Dentre as suas exposições individuais, destacam-se as realizadas no Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina (2025), Centro Cultural Recoleta, Buenos Aires, Argentina (2024, 2003), Hessel Museum of Art - Bard College, Nova York, EUA (2024), San Jose Museum of Art, San José, EUA (2023), Saint Louis Art Museum, EUA (2022), National Gallery of Art, Varsóvia, Polônia (2019), Pérez Museum, Miami, EUA (2018), El Museo del Barrio, Nova York, EUA (2018), Museum of Fine Arts, Boston, EUA (2014), MALBA, Buenos Aires, Argentina (2013), Museu Tamayo, México (2009), Phoenix Art Museum, EUA (2000), Bronx Museum (1992), Museo de Arte Moderno, Cali, Colômbia (1990) e Museum of Modern Art-MoMA, Nova York, EUA (1973). Dentre as coletivas, destacam-se as da BIENALSUR, Museo Nacional de Bellas Artes de Chile, Santiago, Chile (2024), Fundación PROA, Buenos Aires, Argentina (2024), Centre Pompidou Málaga, Málaga, Espanha (2023), Fundación PROA, Buenos Aires, Argentina (2021), Guggenheim Museum, Nova York, EUA (2019), Pinacoteca do Estado de São Paulo (2018), Brooklyn Museum, EUA (2018), 57ª Bienal de Veneza, Itália (2017), Whitney Museum of Art, Nova York, EUA (2016), Museo Nacionale de Artes Visuales, Montevideo, Uruguai (2015), Bienal de Curitiba, Brasil (2011), Tokyo Metropolitan Museum of Art, Japão (2008), VI Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2007), III Bienal Iberoamericana de Lima, Peru (2002), etc. Suas obras integram mais de 50 coleções públicas, incluindo o Whitney Museum (EUA), Tate Modern (inglaterra), Smithsonian Institution (EUA), MoMA (EUA), Metropolitan Museum (EUA), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), MALBA (Argentina), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Espanha) e Daros Latinamerica (Alemanha).
  • L I L I A N A P O R T E R “The anarchist (woman in red)”, 2022 fio...
    L I L I A N A  P O R T E R
    “The anarchist (woman in red)”, 2022

    fio de lã vermelho e plástico

    red wool thread and plastic

    dimensões variáveis

    variable dimensions

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  • HÉCTOR ZAMORA

    1974, Cidade do México, México. Vive e trabalha na cidade do México, México.
  • Héctor Zamora é mais conhecido por sua pesquisa que envolve espaços públicos e o ambiente construído. Em suas obras, o artista reinventa e redefine os espaços convencionais, sejam expositivos ou não, gerando ruídos entre os significados de público e privado, exterior e interior, real e imaginário. Se, por um lado, a obra de Héctor Zamora lida com a herança estética e formal do Concretismo e outras vanguardas Latino Americanas, por outro, problematiza questões sociais e políticas relacionadas ao trabalho numa sociedade de consumo e à subversão de arquiteturas. 
     
    Héctor Zamora tem formação em design gráfico e geometria estrutural. Suas principais mostras individuais: NDSM-werf Foundation, Amsterdã, Holanda (2025) Commission's Programme, Art Dubai, Emirados Árabes Unidos (2025), MAZ Museo de Arte de Zapopan, Zapopan, México (2024), Museu Marítimo de Ílhavo, Ílhavo, Portugal (2023), The Roof Garden Comission, MET-NY, EUA (2020), LABOR, Cidade do México (2019), Pavilhão Branco (Portugal, 2018), Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey (México, 2017), Fundación RAC (Espanha, 2017), Palais de Tokyo (França, 2016), CCBB São Paulo (2016), Center for Contemporary Art (Los Angeles, EUA, 2013) e Itaú Cultural (São Paulo, 2010). Entre as coletivas estão as realizadas no Desert X, Wadi AlFann, AlUla, Arábia Saudita (2026), Museo de Arte Carrillo Gil, Cidade do México, México (2025), IJsselBiënnale, IJssel River, Deventer, Holanda (2025), Prototipoak Bilbao, Bilbao, Espanha (2025), Instituto Cultural de Mexico, França (2023), Desert X, Coachella Valley, Palm Springs, EUA (2023); 13a Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2022); 4th Mediterranean Biennial, Israel (2021); Hirshhorn Museum, EUA (2020); Centro Galego de Arte Contemporánea, México (2018); Shanghai Biennial, China (2018); MAM-RJ, Brasil (2014); Guggenheim Museum, EUA, (2013), Museo de Arte de Lima, Peru (2012), 54ª Bienal de Veneza, Itália (2011); 11ª e a 14ª Bienal de Lyon, França (2011 e 2017); 12th International Cairo Biennale, Egito (2010), 9ª e 12ª edições da Bienal de la Habana, Cuba (2006 e 2015); 27ª Bienal de São Paulo, Brasil (2006). Zamora foi ainda contemplado com os prêmios do Graham Foundation Arquitetura + Arte (2011), The Garage Centre for Contemporary Culture (2009), The Pollock-Krasner Foundation (2007), Cisneros Fontanals Art Foundation (2006), Jumex Collection Foundation (2006), etc. Suas obras fazem parte das coleções do Amparo Museum (México), Fundación RAC (Espanha), Hirshhorm Museum and Sculpture Garden (EUA), dentre outros.
  • H É C T O R Z A M O R A “Tres - Doce Negro”, 2025 terracota terracotta 139...
    H É C T O R  Z A M O R A
    “Tres - Doce Negro”, 2025
    terracota
    terracotta
    139 x 163 x 5,5 cm
    54.72 x 64.17 x 2.16 in
    ed 1/2 + 1 A.P.
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  • Caio Reisewitz

    1967. São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
  • A pesquisa de Caio Reisewitz traz a fotografia como suporte principal. Através do refinamento técnico e temático, sua obra apresenta um interesse pela ação do homem e seus efeitos sociais e políticos, seja no espaço natural, seja no espaço arquitetônico. Enquanto sua técnica fotográfica exalta a dramaticidade entre formas, cores e texturas, sua poética artística constroi um repertório estético quase onírico. Esses aspectos estabelecem um diálogo dicotômico entre o real (aquele característico do registro fotográfico) e o quimérico (nossos próprios repertórios). 
     
    Formado em artes plásticas pela Universidade de Mainz (Alemanha), Caio Reisewitz tem especialização em poéticas visuais e mestrado pela Universidade de São Paulo. Dentre as bienais que participou estão a Bienal de Fotografia de Daegu, Coreia do Sul (2025), 23a Bienal de Sydney, Austrália (2022), Bienal de Artes de Nice, França (2022), a 26ª Bienal de São Paulo (2004), 51ª Biennale di Venezia (2005), representando o Brasil, e Nanjing Biennale (2010), na China. Caio Reisewtiz já teve sua obra apresentada na Fundació Mies van der Rohe (2024, Barcelona, Espanha),  22o DongGang International Photo Festival (2024, Coreia do Sul); MUSAC – Museo de Arte Contemporáneo de Castilla e León (2024, 2023 e 2010, Espanha); Instituto Moreira Salles Rio de Janeiro e São Paulo (2010, Brasil); Ella Fontanals-Cisneros Collection Miami (2005, 2010, EUA); ICP – International Center of Photography, Nova York (2014, EUA); Maison Européenne de la Photographie, Paris (2015, França); Pinacoteca do Estado de São Paulo (2017, Brasil), além de Photo Xangai (2019, China). Em 2026, participará de mostra coletiva na Ford Foundation, em Nova York (EUA), e, em 2020, lançou o livro “Altamira” pela editora suíça Artphilein Editions SA, a partir de coleção homônima adquirida pela Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil). Sua obra pode ser encontrada em acervos como Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA); Fundación ARCO Madrid (Espanha); Collezione Fondazione Guastalla (Itália); Fond National d'Art Contemporain (França); MUSAC (Espanha); International Center of Photography - ICP (EUA); Maison Européenne de la Photographie (França); MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador (Brasil); Musée Malraux (França), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil), entre outros.
  • C A I O R E I S E W I T Z “Tapuhyba”, 2023 c-print em metacrilato c-print mounted...
    C A I O  R E I S E W I T Z
    “Tapuhyba”, 2023
    c-print em metacrilato
    c-print mounted on Diasec
    150 x 150 cm
    59.05 x 59.05 in
    ed 4/5
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  • Leandro Erlich

    Buenos Aires, Argentina, 1973. Vive e trabalha em Buenos Aires, Argentina.
  • O trabalho de Leandro Erlich explora os artifícios da visualidade, através de jogos de percepção e sentidos. A arquitetura do quotidiano é um tema recorrente na sua obra, com a qual cria paradoxos entre o que acreditamos e o que vemos, com situações de mistério e interrogação. Essa transgressão de limites provoca uma instabilidade não apenas das crenças absolutas, mas também dos limites da própria arte e das instituições legitimadoras. Por meio de instalações, esculturas, fotografias e vídeos, o artista simula situações, de maneira a desarticular nossa experiência cotidiana e nosso entendimento do comum. 
     
    Entre as principais exposições individuais de Leandro Erlich, estão The Reefline, Miami Beach, EUA (2025), Amos Rex, Helsinque, Finlândia (2025), Fundación Macro, Buenos Aires, Argentina (2025), Kunstmuseum Wolfsburg, Wolfsburg, Alemanha (2024), Liberty Science Center, Jersey City, EUA (2023), Palazzo Reale, Milão, Itália (2023), Perez Art Museum Miami - PAMM, Miami, EUA (2022), The Museum of Fine Arts Houston, Houston, EUA (2022), a itinerância pelas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, Brasil (2021-23), Seaworld Cultural Center, China (2021), Seoul Museum of Art, Coreia do Sul, (2020), MALBA, Argentina (2019), Museum of Contemporary Art, Tokyo, Japão (2013), Barbican Center, Londres, Inglaterra (2013), Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, Brasil (2009), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid, Espanha (2008), PS1 MoMA, Nova York, EUA (2008) e Museo del Barrio, Nova York, EUA (2001). Entre as coletivas estão a da BOG25: Bienal Internacional de Arte y Ciudad, Bogotá, Colômbia (2025), The Nagi Museum of Contemporary Art, Nagi, Japão (2024), Fundación PROA, Buenos Aires, Argentina (2024), Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León – MUSAC, Espanha (2022), Bienal de Cuenca, Equador (2016), Centre Georges Pompidou (2023, 2012), Singapure Biennial (2008), Biennale di Venezia, Italia (2001, 2005), Bienal de São Paulo, Brasil (2004), Busan Biennale, Coreia do Sul (2002), Bienal de la Havana, Cuba (2000), I Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (1997) e muitos outros. Sua obra integra coleções públicas e particulares, como 21st Century Museum of Art Kanazawa (Japão), Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA), Musee d’Art Moderne de Paris (França), Museo d’Arte Contemporanea di Roma (Itália), Museum of Fine Arts, Houston (EUA), Daros-Latinamerica (Suíça), Fond National d'Art Contemporain de France (França) e Tate Modern (Inglaterra). 
  • L E A N D R O E R L I C H “Coral Car (Sand)”, 2004 porcelana porcelain 21...
    L E A N D R O  E R L I C H
    “Coral Car (Sand)”, 2004
    porcelana
    porcelain
    21 x 51 x 23 cm
    8.26 x 20.08 x 9.05 in
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  • L E A N D R O E R L I C H “Concrete Coral (reefline Miami)”, 2026 impressão texturizada...
    L E A N D R O  E R L I C H
    “Concrete Coral (reefline Miami)”, 2026
    impressão texturizada sobre alumínio
    textured print on aluminum
    58,5 x 114 cm
    23 x 45 in
    ed 1/50
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  • Marina Abramovic

    1946, Belgrado, Sérvia. Vive e trabalha em Nova York, EUA
  • Marina Abramovic ficou mundialmente conhecida por sua pesquisa na arte da performance, que introduziu na experiência artística, ainda na década de 1960, a discussão sobre os limites do corpo e da mente, além da relação direta entre o artista e o público. A partir da década 1980, a artista passou a investigar os assuntos relacionados à espiritualidade e ao sincretismo religioso, além dos potenciais da mente, do corpo e do espírito, através da conexão com a natureza e o sagrado. Essa investigação ganha ainda mais importância na obra da artista depois de sua primeira visita ao Brasil, em 1989. Essas experiências compõem um rico material para produção de fotografias, vídeos, esculturas e instalações. 
     
    Marina Abramovic é formada pela Academy of Fine Arts (Belgrado, 1970), Academy of Fine Arts (Zagreb, 1972) e pelo The Art Institute of Chicago (2005). Marina Abramovic é fundadora do MAI – Marina Abramovic Institute, em Nova York, uma plataforma para arte imaterial e performances de longa duração. Sua primeira exposição individual foi realizada em 1964 na Workers’ University, em Belgrado; desde então, apresentou dezenas de mostras individuais em instituições como Gran Teatre del Liceu (2026, Barcelona, Espanha), The Albertina Modern (2025, Viena, Áustria), Centre Pompidou-Metz (2025, França), Southbank Centre, Londres (2025, Inglaterra), Modern Art Museum Shanghai (2024, China), Usina de Arte, Água Preta (2024, Brasil), Stedelijk Museum, Amsterdã (2024, Holanda), Royal Academy of Arts (2023, Inglaterra), Serpentine Galleries (2019, Inglaterra), Sesc Pompeia (2015, Brasil), MoMA (2010, EUA), Guggenheim Museum (2005, EUA), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia (2005, Espanha), Neue Nationalgalerie (1992, Alemanha), Centre Georges Pompidou (1990, França), Fundação Calouste Gulbenkian (1986, Portugal), entre muitos outros. Marina Abramovic participou de inúmeras mostras coletivas, com destaque para a 45ª e a 47ª Bienal de Veneza (1993 e 1997) – quando ganhou o Leão de Ouro de Melhor Artista; Documenta 13, 9, 8 e 6 (2012, 1992, 1988 e 1977); as 28ª, 18ª e 16ª edições da Bienal de São Paulo (2008, 1985 e 1981); 5ª e 13a Bienal do Mercosul (2007 e 2022); e 7ª Bienal de la Habana (2000). Desde 2020, Marina Abramovic realiza itinerância com a peça "7 Deaths of Maria Callas", sobre o legado da cantora greco-americana. Suas obras encontram-se nas principais coleções públicas e privadas, como Cisneros Fontanals Art Foundation, Miami (EUA), Kunstmuseum (Suíça), Museum Ludwig (Alemanha), San Francisco Museum of Modern Art (EUA), Solomon R. Guggenheim Museum (EUA), The Museum of Modern Art, New York – MoMA (EUA), etc.
  • M A R I N A A B R A M O V I C 'Nude in the Cave', 2005...
    M A R I N A  A B R A M O V I C
    "Nude in the Cave", 2005
    c-print
    100 x 137 cm
    39.37 x 53.93 in
    ed 3/5
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  • Antonio Pichillá

    1982, San Pedro La Laguna, Guatemala. Vive e trabalha em San Pedro La Laguna, Guatemala
  • Artista indígena do povo Maia Tz'utujil, Antonio Pichillá trabalha com suportes variados, mas encontra na tecelagem seu principal foco de interesse. Para ele, os processos e materiais que envolvem as tradições têxteis representam uma forma de resgatar sua  ancestralidade, fortalecendo especialmente a memória das mulheres de sua família. Sua pesquisa baseia-se também na coletividade, cultura e símbolos de seu povo, natural da região do Lago Atitlan (Guatemala).
     
    Possui graduação pela Escuela Nacional de Artes Plásticas Rafael Rodríguez Padilla, Guatemala. É membro do grupo TEI-CA (Oficinas de Estudos e Pesquisa em Ciência e Arte). Dentre as exposições individuais mais importantes, estão as que foram apresentadas no International Centre of Graphic Arts – MGLC (2024, Eslovênia), Museum of Contemporary Art Santa Barbara (2023, EUA), La Nueva Fábrica, Santa Ana (2022, Guatemala). Dentre as coletivas estão as da 24ª Bienal de Arte Paiz (2025, Cidade da Guatemala, Guatemala), Barbican Centre (2024, Inglaterra), The Institute for Studies on Latin American Art ISLAA (2024, EUA),  22a Bienal Sesc VideoBrasil (2023-24, Brasil), Denver Art Museum (2022, EUA); Trienal de Kathmandu (2022, Nepal), 11ª Bienal de Arte Contemporânea de Berlim (2020, Alemanha), Bienal Arte Paiz (2002, 2010 e 2014, Guatemala), etc. Sua obra figura nas coleções do Museo d’Art Contemporani de Barcelona - MACBA (Espanha), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Espanha), Denver Art Museum (EUA) e Tate Modern (GB). Prêmios mais importantes: Bienal Indígena Intercontinental - Menção Honrosa (2012, México) e Juannio Latin American Art Contest / Auction (2017, Guatemala).
  • A N T O N I O P I C H I L L Á “Camino”, 2023 tecido artesanal, fios...
    A N T O N I O  P I C H I L L Á
    “Camino”, 2023
    tecido artesanal, fios de lã e sisal
    handmade fabric, wool threads and maguey fiber
    136 x 81 cm
    53.54 x 31.89 in
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  • Bosco Sodi

    1970, Cidade do México, México. Vive e trabalha entre Nova York e Cidade do México.
  • A pesquisa de Bosco Sodi prima pela simplicidade de materiais de origem natural, como pigmentos, serragem, fibras, madeira, terra, etc. A combinação desses elementos com a gestualidade da sua produção, proporcionam um caráter excepcional a cada obra, que segundo o artista “torna-se impossível de ser replicada”, além de atribuir uma conexão especial entre ele e a sua prática de criação, que transcende o conceitual. Atualmente, e cada vez mais, sua produção utiliza técnicas antigas, que além de estabelecer uma relação direta com o discurso etnobotânico, resgata sua ancestralidade nativo-latinoamericana. Bosco Sodi também associa essas técnicas a processos tradicionais e contemporâneos, dialogando com os movimentos Land Art e o “Informalismo”.
     
    Dentre as principais exposições individuais estão as que aconteceram no MkT Contemporary (2025, Quioto, Japão), Castello di Ama (2025, Siena, Itália), Fundación Caja Canarias (2025, Santa Cruz de Tenerife, Espanha), Museo de Arte de Sonora (2025, México), He Art Museum (2024, Foshan, China), Casa das Rosas (2024, São Paulo, Brasil), SCAI The Bathhouse (2023, Tóquio, Japão), Harvard Art Museum (2023, Cambridge, EUA), Fundación Casa de Mexico (2023, Madri, Espanha), Fondazione dell’Alberto d’Oro, Venice, Italia (2022, como parte da programação oficial da Bienal de Veneza); University of South Florida Contemporary Art Museum, Tampa, EUA (2021), CAC Málaga, Espanha (2020), Royal Society of Sculptors Londres, Inglaterra (2019); Museo Barracco di Scultura Antica, Roma (2019), Mexican Cultural Institute, Washington DC, EUA, 2019, Museo Nacional de Arte, México (2017), The Bronx Museum, Nova York (2010). Mostras coletivas: Ryosokuin Zen Temple (2024, Kyoto, Japão), Desert X (2024, AlUla, Arábia Saudita), Converge 45 Biennial (2023, Oregon, EUA), 23a Triennale Milano (2022, Milão, Itália), Harbour Arts Sculpture Park, Hong Kong (2018), The Museum of Modern Art, Gunma, Japão (2017) e Museo Espacio, México (2016), etc. A obra de Bosco Sodi também compõe coleções importantes, como JUMEX Collection (México), Harvard Art Museums (EUA), Museum of Contemporary Art San Diego (EUA), New Orleans Museum of Art (EUA), The Scottish National Gallery of Art (Escócia), Walker Art Center (EUA), etc.
  • B O S C O S O D I Sem título, 2024 técnica mista sobre tela mixed media on canvas...
    B O S C O  S O D I
    Sem título, 2024

    técnica mista sobre tela

    mixed media on canvas

    26,5 x 17,5 cm
    10.43 x 6.89 in
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  • B O S C O S O D I Sem título, 2024 técnica mista sobre tela mixed media on canvas...
    B O S C O  S O D I
    Sem título, 2024

    técnica mista sobre tela

    mixed media on canvas

    26,5 x 17,5 cm
    10.43 x 6.89 in
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  • B O S C O S O D I Sem título, 2015 técnica mista sobre madeira japonesa laqueada mixed media...
    B O S C O  S O D I
    Sem título, 2015

    técnica mista sobre madeira japonesa laqueada

    mixed media on japanese lacquered wood

    44 x 33 cm
    17.32 x 13 in
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  • Rochelle Costi

    1961, Caxias do Sul, Brasil - 2022, São Paulo, Brasil.
  • A obra de Rochelle Costi trata da memória afetiva. Essa que normalmente levanta a poeira do nosso subconsciente, acionada por um dispositivo: a imagem. Sua pesquisa parte de seu próprio repertório imagético, para então ser formalizada através da técnica apurada da fotografia, vídeos e instalações. O colecionismo e a fotografia não apenas se complementam, como também se fundem, levando o espectador a um confronto íntimo com esse universo, que passa a ser comum a todos.
     
    Obteve formação em Comunicação Social pela PUC-RS e especialização pela Saint Martin School of Art e Camera Work, em Londres. Dentre os espaços em que apresentou mostras individuais estão: Casa do Povo, São Paulo, Brasil (2024); Solar dos Abacaxis, Rio de Janeiro, Brasil (2023); Estúdio Extraordinário, Itú, Brasil (2023); Oficinas Culturais Oswald de Andrade, São Paulo, Brasil (2021); The Photographer’s Gallery, Londres, Inglaterra (2016), Museu de Arte Moderna - MAM, São Paulo (2010); Centro Cultural São Paulo – CCSP, Brasil (2009); Museu da Imagem e do Som, São Paulo, Brasil (2008) e Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2005). Entre as exposições coletivas mais significativas estão a BienalSur, Brasil e Argentina (2023); Casa do Parque, Brasil (2023); Solar dos Abacaxis, Brasil (2023); Museu da Imagem e do Som-MIS, São Paulo, Brasil (2022); Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil (2023 e 2020); III Beijing Photo Biennial, Beijing, China (2018); Museu de Arte de São Paulo - MASP, Brasil (2018); Bienal de la Paiz, Guatemala (2016); Somerset House, Londres, Inglaterra (2012); a 11th International Architecture Exhibition, Veneza, Itália (2008); 24a Bienal de São Paulo, Brasil (2010 e 1998); Bienal de Cuenca, Equador (2009); XXVI Bienal de Pontevedra, Espanha (2000); Centro de Arte Reina Sofia, Madri, Espanha (2000); II Bienal do Mercosul, Porto Alegre (1999); 6ª e 7ª Bienal de Havana, Cuba (1997 e 1999); II Tokyo Photography Biennial, Japão (1997). Seus trabalhos fazem parte de acervos como Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA), Instituto Inhotim (Brasil), MASP (Brasil), MAM-SP/RJ (Brasil), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil) e Museum Moderner Kunst Stiftung Ludwig (Áustria), entre outros.
  • R O C H E L L E C O S T I 'Casa barco', 2003 fotografia photograph 100 x...
    R O C H E L L E  C O S T I
    "Casa barco", 2003

    fotografia

    photograph

    100 x 150 cm
    39.3 x 59 in
    ed 3/3
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  • R O C H E L L E C O S T I 'Casa de praia', 2003 fotografia photograph 100...
    R O C H E L L E  C O S T I
    "Casa de praia", 2003

    fotografia

    photograph

    100 x 150 cm
    39.3 x 59 in
    ed 3/3
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  • Geraldo de Barros

    1923, Chavantes, Brasil - 1998, São Paulo, Brasil.
  • Geraldo de Barros é um dos principais nomes da arte brasileira do século XX. Combinando seus primeiros estudos sobre pintura e um interesse posterior em fotografia, ele trabalhou os limites dos processos fotográficos tradicionais, intervindo diretamente no negativo, fazendo múltiplas exposições do mesmo filme, sobreposições, montagens e recortes, questionando as regras clássicas de composição. Apesar da profunda preocupação formal, vista claramente no concretismo brasileiro, do qual Geraldo de Barros participou intensamente, ele conseguiu fundi-la com suas preocupações sociais, o que o levou a abordar os processos industriais em seu trabalho, lidando coerentemente com as construções geométricas, reprodutibilidade, socialização da arte, teoria da forma e design industrial.
     
    Geraldo de Barros, ainda aos 26 anos, participou da criação do laboratório e do curso de fotografia no Museu de Arte de São Paulo (MASP), onde apresentou a exposição Fotoformas, em 1950. O artista também foi um dos principais atuantes do Foto Cineclube Bandeirante, espaço que marcou a experimentação em fotografia no Brasil. Em 1951, participou do HfG - Hoschule für Gestaltung (Escola de Formas) em Ulm, Alemanha. Foi também um dos fundadores do Grupo Ruptura (1952) e Grupo Rex (1966) e participou da 1ª, 2ª, 9ª, 15ª e 21ª Bienal de São Paulo e da Bienal de Veneza (Itália), em 1986. Entre diversos projetos nacionais e internacionais, as obras de Geraldo de Barros tiveram participação póstuma em diversas exposições. Em 2014, o Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro, organizou a retrospectiva do artista e, no ano seguinte, a mesma exposição foi exibida no SESC Belenzinho, em São Paulo. No ano de 2017, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva em Lisboa (Portugal) e a Document Gallery, em Chicago (EUA), realizaram mostras individuais do artista, seguidas por outras na Side Gallery, em Barcelona (Espanha), em 2018, Kurst und Kulturstiftung Opelvillen, em Rüsselsheim (Alemanha). Em 2021, o Itaú Cultural apresentou mostra individual, enquanto em 2022, o Musée d’Art Moderne et Contemporain – MAMCO, na Suíça, realizou a maior retrospectiva do artista na Europa. Em 2025, Geraldo de Barros participou da mostra sobre o modernismo brasileiro na Royal Academy of Arts, em Londres (Inglaterra) e Zentrum Paul Klee, em Berna, (Suíça), além de exposições na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, Portugal), Arles Les Rencontres de la Photographie (Arles, França) e MASP (São Paulo, Brasil). Seu trabalho faz parte de coleções como a Fundação de Arte Cisneros Fontanals, Fundo de Arte do Estado de Genebra, Fundação Bienal de São Paulo, Instituto Inhotim, Museu Ludwig, Fundação Max Bill, Museu Max Art, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Belas Arte, Museu de Arte de São Paulo, MoMA Nova York, Tate Modern Inglaterra, Photographer’s Gallery Inglaterra, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museo de Arte Latino Americana de Buenos Aires, etc.
  • G E R A L D O D E B A R R O S “Indeterminante ótica de duas formas...
    G E R A L D O  D E  B A R R O S
    “Indeterminante ótica de duas formas iguais”, 1953/1996

    montagem em plástico laminado sobre madeira

    laminated plastic mounted on wood

    60 x 60 cm
    23.62 x 23.62 in
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  • G E R A L D O D E B A R R O S da série 'Sobras', 1996-1998/2024
    G E R A L D O  D E  B A R R O S
    da série "Sobras", 1996-1998/2024