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    Luciana Brito galeria

    SP-ARTE Rotas 2026

     

     

    Estande

    C8

     

     

    Afonso Tostes | ANTONIO PICHILLÁ
    Bosco Sodi | caio reisewitz | Delson Uchôa
    Eder Santos | Fernando Zarif | Gabriela Machado
    Iván Navarro | Leandro Erlich | Liliana Porter
    Marcia Grostein | Tiago Tebet

     

  • A Luciana Brito Galeria participa da próxima edição da SP-Arte Rotas com uma seleção de obras de artistas de diferentes gerações e trajetórias, propondo um panorama de pesquisas que atravessam as últimas décadas e refletem a diversidade e a complexidade da produção artística latino-americana - Afonto Tostes (1965, Brasil), Antonio Pichillá (1982, Guatemala), Bosco Sodi (1970, México), Caio Reisewitz (1967, Brasil), Eder Santos (1960, Brasil), Delson Uchôa (1956, Brasil), Fernando Zarif (1960 - 2010, Brasil), Gabriela Machado (1960, Brasil), Ivan Navarro (1972, Chile), Leandro Erlich (1973, Argentina), Liliana Porter (1941, Argentina) e Tiago Tebet (1986, Brasil). Artista visitante - Marcia Grostein (1949, Brasil).

     

    O conjunto evidencia diferentes modos de investigar as possibilidades da prática artística, aproximando pesquisas que, embora distintas, compartilham o interesse pela experimentação e pela construção de novas formas de percepção. A partir da fotografia, Caio Reisewitz investiga a paisagem e os espaços construídos, articulando questões relacionadas à arquitetura e às transformações do território. Iván Navarro, por sua vez, recorre à luz para criar situações que provocam os limites entre realidade e percepção, enquanto o guatemalteco Antonio Pichillá parte de saberes e práticas ancestrais de origem maia para desenvolver uma pesquisa que articula matéria, espiritualidade e identidade cultural. A materialidade assume papel central também nas pesquisas de Bosco Sodi, que trabalha com pigmentos e elementos de origem natural, e de Afonso Tostes, que encontra na madeira tanto um vínculo com a sua origem e dimensão simbólica, quanto um campo de exploração de suas características formais.

     

    A seleção reúne ainda um conjunto de pinturas de Gabriela Machado, Liliana Porter, Delson Uchôa, Tiago Tebet e Fernando Zarif, além das esculturas-objeto do argentino Leandro Erlich, ampliando o diálogo entre diferentes gerações, trajetórias e modos de produção. Ao colocar essas pesquisas em relação, a galeria evidencia a diversidade da produção artística contemporânea latino-americana e sua capacidade de reelaborar questões históricas, culturais e sociais por meio de linguagens particulares, reafirmando a experimentação e a investigação formal como elementos constantes de suas práticas.

  • Antonio Pichillá

    1982, San Pedro La Laguna, Guatemala. Vive e trabalha em San Pedro La Laguna, Guatemala.
  • Artista indígena do povo Maia Tz'utujil, Antonio Pichillá trabalha com suportes variados, mas encontra na tecelagem seu principal foco de interesse. Para ele, os processos e materiais que envolvem as tradições têxteis representam uma forma de resgatar sua  ancestralidade, fortalecendo especialmente a memória das mulheres de sua família. Sua pesquisa baseia-se também na coletividade, cultura e símbolos de seu povo, natural da região do Lago Atitlan (Guatemala).
     
    Possui graduação pela Escuela Nacional de Artes Plásticas Rafael Rodríguez Padilla, Guatemala. É membro do grupo TEI-CA (Oficinas de Estudos e Pesquisa em Ciência e Arte). Dentre as exposições individuais mais importantes, estão as que foram apresentadas no International Centre of Graphic Arts – MGLC (2024, Eslovênia), Museum of Contemporary Art Santa Barbara (2023, EUA), La Nueva Fábrica, Santa Ana (2022, Guatemala). Dentre as coletivas estão as da Manif 12 - Biennial (2026, Quebec, Canadá), 24ª Bienal de Arte Paiz (2025, Cidade da Guatemala, Guatemala), Barbican Centre (2024, Inglaterra), The Institute for Studies on Latin American Art ISLAA (2024, EUA),  22a Bienal Sesc VideoBrasil (2023-24, Brasil), Denver Art Museum (2022, EUA); Trienal de Kathmandu (2022, Nepal), 11ª Bienal de Arte Contemporânea de Berlim (2020, Alemanha), Bienal Arte Paiz (2002, 2010 e 2014, Guatemala), etc. Sua obra figura nas coleções do Museo d’Art Contemporani de Barcelona - MACBA (Espanha), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Espanha), Denver Art Museum (EUA) e Tate Modern (GB). Prêmios mais importantes: Bienal Indígena Intercontinental - Menção Honrosa (2012, México) e Juannio Latin American Art Contest / Auction (2017, Guatemala).

  • A N T O N I O P I C H I L L Á “La confradia, Abuelas y Abuelos”,...
    A N T O N I O  P I C H I L L Á
    “La confradia, Abuelas y Abuelos”, 2025

    madeira, tecido artesanal e fios de lã

    wood, handmade fabric and wool yarn 

    213 x 210 x 65 cm
    83.85 x 82.67 x 25.59 in

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  • A N T O N I O P I C H I L L Á “Nudo”, 2017 óleo sobre tela...
    A N T O N I O  P I C H I L L Á
    “Nudo”, 2017

    óleo sobre tela e tecido artesanal

    oil on canvas and handmade fabric

    102 x 144 cm
    40.15 x 56.70 in

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  • Bosco Sodi

    1970, Cidade do México, México. Vive e trabalha entre Nova York e Cidade do México.
  • A pesquisa de Bosco Sodi prima pela simplicidade de materiais de origem natural, como pigmentos, serragem, fibras, madeira, terra, etc. A combinação desses elementos com a gestualidade da sua produção, proporcionam um caráter excepcional a cada obra, que segundo o artista “torna-se impossível de ser replicada”, além de atribuir uma conexão especial entre ele e a sua prática de criação, que transcende o conceitual. Atualmente, e cada vez mais, sua produção utiliza técnicas antigas, que além de estabelecer uma relação direta com o discurso etnobotânico, resgata sua ancestralidade nativo-latinoamericana. Bosco Sodi também associa essas técnicas a processos tradicionais e contemporâneos, dialogando com os movimentos Land Art e o “Informalismo”.
     
    Dentre as principais exposições individuais estão as que aconteceram no MkT Contemporary (2025, Quioto, Japão), Castello di Ama (2025, Siena, Itália), Fundación Caja Canarias (2025, Santa Cruz de Tenerife, Espanha), Museo de Arte de Sonora (2025, México), He Art Museum (2024, Foshan, China), Casa das Rosas (2024, São Paulo, Brasil), SCAI The Bathhouse (2023, Tóquio, Japão), Harvard Art Museum (2023, Cambridge, EUA), Fundación Casa de Mexico (2023, Madri, Espanha), Fondazione dell’Alberto d’Oro, Venice, Italia (2022, como parte da programação oficial da Bienal de Veneza); University of South Florida Contemporary Art Museum, Tampa, EUA (2021), CAC Málaga, Espanha (2020), Royal Society of Sculptors Londres, Inglaterra (2019); Museo Barracco di Scultura Antica, Roma (2019), Mexican Cultural Institute, Washington DC, EUA, 2019, Museo Nacional de Arte, México (2017), The Bronx Museum, Nova York (2010). Mostras coletivas: Ryosokuin Zen Temple (2024, Kyoto, Japão), Desert X (2024, AlUla, Arábia Saudita), Converge 45 Biennial (2023, Oregon, EUA), 23a Triennale Milano (2022, Milão, Itália), Harbour Arts Sculpture Park, Hong Kong (2018), The Museum of Modern Art, Gunma, Japão (2017) e Museo Espacio, México (2016), etc. A obra de Bosco Sodi também compõe coleções importantes, como JUMEX Collection (México), Harvard Art Museums (EUA), Museum of Contemporary Art San Diego (EUA), New Orleans Museum of Art (EUA), The Scottish National Gallery of Art (Escócia), Walker Art Center (EUA), etc.

  • B O S C O S O D I Sem título, 2024 técnica mista sobre tela mixed media on canvas...
    B O S C O  S O D I
    Sem título, 2024

    técnica mista sobre tela

    mixed media on canvas

    65 x 81 cm
    25.59 x 31.89 in

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  • Afonso Tostes

    1965, Belo Horizonte, Brasil. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.
  • A matéria e sua estrutura, formas de conexão, fixação e sustentação são conceitos que atraem o interesse de Afonso Tostes. E foi a partir dos anos 2000, que o artista inicia a pesquisa que passa a nortear seu trabalho: a tridimensionalidade e sua representação no espaço. Trata-se de uma evolução coerente desde o começo de sua carreira, a qual já estudava as formas estruturais orgânicas no desenho e na pintura. Conhecido por suas grandes instalações, Afonso Tostes resgata as histórias preliminares dos materiais, principalmente a madeira, expõe e transforma suas narrativas, de acordo com uma sensível reconstrução no espaço expositivo, ou mesmo com a ressignificação de objetos menores já existentes, como ferramentas e utensílios de trabalho.

     

    Afonso Tostes estudou Artes na Escola Guignard (1980, Belo Horizonte, Brasil) e, em seguida, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (1989, Rio de Janeiro, Brasil). Dentre as suas principais mostras individuais estão as apresentadas na Fundação Iberê Camargo (2023, Porto Alegre, Brasil), Sesc Pompeia (2019, São Paulo, Brasil), Casa França Brasil (2013, Rio de Janeiro, Brasil), Museu de Arte Moderna – MAM/RJ (2011, Rio de Janeiro, Brasil), Museu de Arte Contemporânea – MAC Niterói (2009, Rio de Janeiro, Brasil), Centro Cultural Maria Antônia (2003, São Paulo, Brasil) e Centro Cultural São Paulo – CCSP (1996, São Paulo, Brasil). Já entre as exposições coletivas estão a Casa de Cultura do Parque (2025, São Paulo, Brasil), Casa Roberto Marinho (2023, Rio de Janeiro, Brasil), Museu de Arte do Rio – MAR (2020, Rio de Janeiro, Brasil), Fondation Cartier pour l’Art Contemporain (2019, Paris, França), Museu Nacional de Arte Chinesa (2018, Pequim, China), Frestas Trienal Sesc (2014, Sorocaba, Brasil), Instituto Tomie Ohtake (2010, São Paulo, Brasil) e 5a Bienal do Mercosul (2005, Porto Alegre, Brasil). Sua obra figura em coleções como MAM-RJ (Brasil), MAM-BA (Brasil), MAC Niterói (Brasil), Fondation Cartier pour l’Art Contemporain (França) e Coleção SESC de Arte (Brasil).

  • A F O N S O T O S T E S Sem título, 2024 acrílica, pigmento, pó de madeira,...
    A F O N S O  T O S T E S
    Sem título, 2024

    acrílica, pigmento, pó de madeira, galho de árvore e cunha

    acrylic, pigment, wood dust, tree branch and wedge

    151 x 140 cm

    59.44 x 55.11 in

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  • A F O N S O T O S T E S “9” da série “Reforma”, 2023 PVA e pó...
    A F O N S O  T O S T E S
    “9” da série “Reforma”, 2023

    PVA e pó de madeira sobre tela

    PVA and wood sawdust on canvas

    200 x 100 cm
    78.74 x 39.37 in

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  • Caio Reisewitz

    1967, São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
  • A pesquisa de Caio Reisewitz traz a fotografia como suporte principal. Através do refinamento técnico e temático, sua obra apresenta um interesse pela ação do homem e seus efeitos sociais e políticos, seja no espaço natural, seja no espaço arquitetônico. Enquanto sua técnica fotográfica exalta a dramaticidade entre formas, cores e texturas, sua poética artística constroi um repertório estético quase onírico. Esses aspectos estabelecem um diálogo dicotômico entre o real (aquele característico do registro fotográfico) e o quimérico (nossos próprios repertórios).

     

    Formado em artes plásticas pela Universidade de Mainz (Alemanha), Caio Reisewitz tem especialização em poéticas visuais e mestrado pela Universidade de São Paulo. Dentre as bienais que participou estão a Bienal de Fotografia de Daegu, Coreia do Sul (2025), 23a Bienal de Sydney, Austrália (2022), Bienal de Artes de Nice, França (2022), a 26ª Bienal de São Paulo (2004), 51ª Biennale di Venezia (2005), representando o Brasil, e Nanjing Biennale (2010), na China. Caio Reisewtiz já teve sua obra apresentada na Fundació Mies van der Rohe (2024, Barcelona, Espanha),  22o DongGang International Photo Festival (2024, Coreia do Sul); MUSAC – Museo de Arte Contemporáneo de Castilla e León (2024, 2023 e 2010, Espanha); Instituto Moreira Salles Rio de Janeiro e São Paulo (2010, Brasil); Ella Fontanals-Cisneros Collection Miami (2005, 2010, EUA); ICP – International Center of Photography, Nova York (2014, EUA); Maison Européenne de la Photographie, Paris (2015, França); Pinacoteca do Estado de São Paulo (2017, Brasil), além de Photo Xangai (2019, China). Em 2026, participa de mostra coletiva na Ford Foundation, em Nova York (EUA). Em 2020, lançou o livro “Altamira” pela editora suíça Artphilein Editions SA, a partir de coleção homônima adquirida pela Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil). Sua obra pode ser encontrada em acervos como Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA); Fundación ARCO Madrid (Espanha); Collezione Fondazione Guastalla (Itália); Fond National d'Art Contemporain (França); MUSAC (Espanha); International Center of Photography - ICP (EUA); Maison Européenne de la Photographie (França); MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador (Brasil); Musée Malraux (França), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil), entre outros.

  • C A I O R E I S E W I T Z “Arapehy”, 2023 impressão jato de tinta em...
    C A I O  R E I S E W I T Z
    “Arapehy”, 2023

    impressão jato de tinta em metacrilato

    ink jet print on Diasec

    207 x 150 cm
    81.5 x 59.05 in
    ed 1/5

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  • Delson Uchôa

    1956, Maceió, Brasil. Vive e trabalha em Maceió, Brasil.
  • A pesquisa de Delson Uchôa tem a luz como seu objeto principal, considerada pelo artista como identidade da sua região de origem: Maceió (AL). É através dela, que o artista trabalha o tempo, a cor, a textura, a transparência e a escala, já que a maioria de suas pinturas traz dimensões monumentais e levam anos para serem finalizadas. A cromaticidade da flora e da fauna naturais dessa região, também são estudadas e combinadas à geometria construtiva popular nordestina. Considerado um dos principais artistas da “Geração 80” da pintura brasileira, Delson também trabalha fotografia e escultura, práticas das quais considera como formas de construir cores, ou seja, extensões da pintura.

     

    Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Alagoas em 1981, Delson Uchôa estudou Pintura na Fundação Pierre Chalita. Realizou mostras individuais em instituições renomadas como o Museu Oscar Niemeyer (Curitiba, Brasil, 2023), Museu do Estado de Pernambuco (Recife, Brasil, 2022), Museu de Ecologia e Escultura (São Paulo, Brasil 2018), Ludwig Museum (Koblenz, Alemanha 2015), Centro Cultural São Paulo (São Paulo, Brasil, 2012), Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, Brasil 2003), além ter participado em mostras coletivas em museus como MASP (São Paulo, Brasil, 2025), CCBB (Brasil, 2025, 2022), Museu Nacional da República (Brasília, Brasil, 2017), Museu de Arte do Rio (Brasil, 2016, 2014), MAM (São Paulo, Brasil, 2007, 1995), entre outros. Além de uma extensa trajetória de bienais nacionais e internacionais – como as de Veneza, São Paulo, Havana e Cairo –, suas obras figuram em coleções como Inhotim (Brumadinho, Brasil), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), Museu de Arte Moderna de São Paulo (Brasil), Pinacoteca do Estado de São Paulo (Brasil), Vogt Collection (Berlim, Alemanha) e York Stack Collection (Berlim, Alemanha).

  • D E L S O N U C H Ô A “Lua cheia baronesa em flor”, 2023 acrílica, lona, corda...
    D E L S O N  U C H Ô A
    “Lua cheia baronesa em flor”, 2023

    acrílica, lona, corda e fibra vegetal

    acrylic, canvas, string and plant fiber

    107 x 119 cm
    42.12 x 46.85 in

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  • Geometria Vingada 2º Ato / Não Posso Esconder Mondrian, Luciana Brito Galeria, São Paulo, Brasil, 2023

  • Fernando Zarif

    1960, São Paulo, Brasil. 2010, São Paulo, Brasil.
  • Visionário e incessante questionador, Fernando Zarif é autor de uma vasta produção, onde estabeleceu uma linguagem autêntica e independente dos preceitos culturais de sua época, associando-se a expressões de vanguarda, como as performances e vídeo instalações. Fernando Zarif é considerado uma das figuras mais emblemáticas da geração paulistana da década de 1980. A partir dos anos de 1990, o artista passou a incorporar em sua pesquisa a apropriação de objetos diversos, mantendo ou não a integridade desse material, mas sempre ressignificando-o. Além da escultura, do vídeo e da performance, o artista explorou outros suportes artísticos, como a escrita, o desenho, a pintura e a música. 


    Fernando Zarif estudou arquitetura e realizou cursos livres em artes. Em 1982, realizou sua primeira exposição individual no Gabinete Fotográfico da Pinacoteca do Estado de São Paulo. No ano seguinte, apresentou as performances com músicas de Richard Wagner e John Cage, como parte da programação musical do MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Em 1995, realizou sua maior exposição individual em uma instituição brasileira, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1998, realizou mostra individual na Maison des Arts André Malraux, em Créteil, França (1998). Em 2009, participou de sua última mostra em vida, no Espaço Tom Jobim, Rio de Janeiro. A partir de 2011, sua família deu início ao Projeto Fernando Zarif, o qual é destinado a preservar, catalogar e difundir a obra do artista, somando até hoje mais de 2 mil obras recuperadas, entre fotografias, livros, documentos e escritos. Em 2015, aconteceu a primeira grande exposição póstuma do artista no Instituto Figueiredo Ferraz, seguida por mostra em homenagem a Zarif, realizada pela Luciana Brito Galeria. Mais recentemente, em 2021, o Instituto Fernando Zarif lançou a publicação “Fernando Zarif: Múltipla Unidade”.

  • F E R N A N D O Z A R I F Sem título, s.d. acrílica e partículas sólidas...
    F E R N A N D O  Z A R I F
    Sem título, s.d.

    acrílica e partículas sólidas

    acrylic and solid particles

    50 x 60 cm
    19.68 x 23.62 in

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  • F E R N A N D O Z A R I F Sem título, s.d. lã, acrílica e ponta...
    F E R N A N D O  Z A R I F
    Sem título, s.d.

    lã, acrílica e ponta seca sobre tela

    wool, acrylic and drypoint on canvas

    50 x 60 cm
    19.68 x 23.62 in

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  • Leandro Erlich

    1973, Buenos Aires, Argentina. Vive e trabalha em Buenos Aires, Argentina.
  • O trabalho de Leandro Erlich explora os artifícios da visualidade, através de jogos de percepção e sentidos. A arquitetura do quotidiano é um tema recorrente na sua obra, com a qual cria paradoxos entre o que acreditamos e o que vemos, com situações de mistério e interrogação. Essa transgressão de limites provoca uma instabilidade não apenas das crenças absolutas, mas também dos limites da própria arte e das instituições legitimadoras. Por meio de instalações, esculturas, fotografias e vídeos, o artista simula situações, de maneira a desarticular nossa experiência cotidiana e nosso entendimento do comum.

     

    Entre as principais exposições individuais de Leandro Erlich, estão The Reefline, Miami Beach, EUA (2025), Amos Rex, Helsinque, Finlândia (2025), Fundación Macro, Buenos Aires, Argentina (2025), Kunstmuseum Wolfsburg, Wolfsburg, Alemanha (2024), Liberty Science Center, Jersey City, EUA (2023), Palazzo Reale, Milão, Itália (2023), Perez Art Museum Miami - PAMM, Miami, EUA (2022), The Museum of Fine Arts Houston, Houston, EUA (2022), a itinerância pelas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, Brasil (2021-23), Seaworld Cultural Center, China (2021), Seoul Museum of Art, Coreia do Sul, (2020), MALBA, Argentina (2019), Museum of Contemporary Art, Tokyo, Japão (2013), Barbican Center, Londres, Inglaterra (2013), Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, Brasil (2009), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid, Espanha (2008), PS1 MoMA, Nova York, EUA (2008) e Museo del Barrio, Nova York, EUA (2001). Entre as coletivas estão a da BOG25: Bienal Internacional de Arte y Ciudad, Bogotá, Colômbia (2025), The Nagi Museum of Contemporary Art, Nagi, Japão (2024), Fundación PROA, Buenos Aires, Argentina (2024), Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León – MUSAC, Espanha (2022), Bienal de Cuenca, Equador (2016), Centre Georges Pompidou (2023, 2012), Singapure Biennial (2008), Biennale di Venezia, Italia (2001, 2005), Bienal de São Paulo, Brasil (2004), Busan Biennale, Coreia do Sul (2002), Bienal de la Havana, Cuba (2000), I Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (1997) e muitos outros. Sua obra integra coleções públicas e particulares, como 21st Century Museum of Art Kanazawa (Japão), Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA), Musee d’Art Moderne de Paris (França), Museo d’Arte Contemporanea di Roma (Itália), Museum of Fine Arts, Houston (EUA), Daros-Latinamerica (Suíça), Fond National d'Art Contemporain de France (França) e Tate Modern (Inglaterra).

  • L E A N D R O E R L I C H “Rowing Boat (Captive Reflections)”, 2013 resina, pintura,...
    L E A N D R O  E R L I C H
    “Rowing Boat (Captive Reflections)”, 2013

    resina, pintura, aço inox e madeira

    resin, airbrush paint, stainless steel and wood

    16 x 120 x 120 cm
    6.53 x 47.24 x 47.24 in

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  • Liliana Porter

    1941, Buenos Aires, Argentina. Vive e trabalha em Nova York, EUA.
  • Por meio de referências da cultura popular e da memória coletiva, Liliana Porter se utiliza de artifícios que beiram o fantástico para compor trabalhos que subvertem as convenções impostas pelo cotidiano e pela própria arte, criando situações ambíguas e controversas, em situações chamadas “vinhetas teatrais”. Através de uma coleção particular de imagens e pequenos objetos, a artista trabalha diferentes suportes, desde fotografia, vídeos e instalações, para nos colocar diante de narrativas alegóricas e distorcidas da realidade e do tempo.

     

    Liliana Porter é formada em Artes Visuais pela Escuela Nacional de Bellas Artes (Buenos Aires, Argentina) e pela Universidad Iberoamericana (Cidade do México, México). Radicada nos EUA desde 1964, fundou no mesmo ano o New York Graphic Workshop, com Luis Camnitzer e José Guillermo Castillo. Em 1974, participou da criação da residência Studio Camnitzer, na Itália. Dentre as suas exposições individuais, destacam-se as realizadas no Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires - MALBA, Buenos Aires, Argentina (2025), Centro Cultural Recoleta, Buenos Aires, Argentina (2024, 2003), Hessel Museum of Art - Bard College, Nova York, EUA (2024), San Jose Museum of Art, San José, EUA (2023), Saint Louis Art Museum, EUA (2022), National Gallery of Art, Varsóvia, Polônia (2019), Pérez Museum, Miami, EUA (2018), El Museo del Barrio, Nova York, EUA (2018), Museum of Fine Arts, Boston, EUA (2014), MALBA, Buenos Aires, Argentina (2013), Museu Tamayo, México (2009), Phoenix Art Museum, EUA (2000), Bronx Museum (1992), Museo de Arte Moderno, Cali, Colômbia (1990) e Museum of Modern Art-MoMA, Nova York, EUA (1973). Dentre as coletivas, destacam-se as da BIENALSUR, Museo Nacional de Bellas Artes de Chile, Santiago, Chile (2024), Fundación PROA, Buenos Aires, Argentina (2024), Centre Pompidou Málaga, Málaga, Espanha (2023), Fundación PROA, Buenos Aires, Argentina (2021), Guggenheim Museum, Nova York, EUA (2019), Pinacoteca do Estado de São Paulo (2018), Brooklyn Museum, EUA (2018), 57ª Bienal de Veneza, Itália (2017), Whitney Museum of Art, Nova York, EUA (2016), Museo Nacionale de Artes Visuales, Montevideo, Uruguai (2015), Bienal de Curitiba, Brasil (2011), Tokyo Metropolitan Museum of Art, Japão (2008), VI Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2007), III Bienal Iberoamericana de Lima, Peru (2002), etc. Suas obras integram mais de 50 coleções públicas, incluindo o Whitney Museum (EUA), Tate Modern (inglaterra), Smithsonian Institution (EUA), MoMA (EUA), Metropolitan Museum (EUA), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), MALBA (Argentina), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Espanha) e Daros Latinamerica (Alemanha).

  • L I L I A N A P O R T E R “The Copy - with geometric shapes”, 2020...
    L I L I A N A  P O R T E R
    “The Copy - with geometric shapes”, 2020

    acrílica, grafite, madeira e plástico sobre tela

    acrylic, graphite, wood and plastic on canvas

    91,44 x 152,4 x 12,7 cm
    36 x 60 x 5 in

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  • Tiago Tebet

    1986, São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em Berlim, Alemanha.
  • A pintura como linguagem é o principal objeto de pesquisa de Tiago Tebet, que desde muito jovem, vem explorando seus processos e formas de ressignificação. Associada a uma habilidade técnica impecável, a investigação do artista destaca-se ainda pela originalidade com a qual explora as possibilidades e as especificidades da representação na pintura. Sua investigação preocupa-se com os processos de construção e materialidade, como métodos mecânicos e artesanais, que usa para atingir resultados mais espontâneos, levando a uma maior variação de linguagens. 

     

    Tiago Tebet graduou-se em artes plásticas pela FAAP-SP, em 2009, e, nos anos 2007, 2008 e 2009, participou de três Anuais (exposições internas da FAAP), sendo selecionado para bolsa de estudos. Ainda na faculdade, integrou o grupo Anarcademia, de Dora Longo Bahia, por meio do qual participou da 28a Bienal de São Paulo, em 2008. Entre as exposições individuais estão no Espaço Auroras (São Paulo, Brasil, 2023), Luciana Brito Galeria (São Paulo, 2026, 2019, 2013 e 2011), Lisa Kandhofer Galerie (Áustria, 2018), resultado da Summer Residence, e Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, 2017). Entre as exposições coletivas de que participou, destacam-se a Paralela (2010), Museu de Arte de Ribeirão Preto (2011), TRIO Bienal (2015) e a 10a Bienal do Mercosul (2015). Além disso, em 2016, participou da Billingbear Residency, na Inglaterra. 

  • T I A G O D O T E B E T “Paisagem do infinito III”, 2025/2026 óleo sobre tela...
    T I A G O D O  T E B E T
    “Paisagem do infinito III”, 2025/2026

    óleo sobre tela

    oil on canvas

    120 x 160 cm
    47.24 x 63 in

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  • T I A G O D O T E B E T “Paisagem do infinito II”, 2025/2026 óleo sobre tela...
    T I A G O D O  T E B E T
    “Paisagem do infinito II”, 2025/2026

    óleo sobre tela

    oil on canvas

    120 x 160 cm
    47.24 x 63 in

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  • Gabriela Machado

    1960, Joinville, Brasil. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.
  • A pesquisa de Gabriela Machado tem a pintura como principal interesse. O imaginário do dia a dia da vida representa grande fonte de inspiração, fornecendo à artista os parâmetros para suas paisagens e naturezas-mortas, onde pequenos recortes do cotidiano são emulados na tela. Seus processos partem da gestualidade rápida, orgânica e espontânea, o que atribui pureza à visualidade das formas e cores vivas. Suas esculturas acontecem como um desdobramento dessa estética, dando à artista a oportunidade de investigar as formas através da potencialidade de outros materiais, como argila, gesso e bronze.

     

    Gabriela Machado formou-se em Arquitetura pela Universidade Santa Úrsula (RJ), em 1984. Também estudou gravura, pintura, desenho e teoria da arte na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ), entre 1987 e 1992, além de cursos livres. Desde 1987 expõe no Brasil e internacionalmente. Dentre as principais exposições individuais estão as realizadas no Paço Imperial (2023, Rio de Janeiro), Fundação Eugênio de Almeida (2019, Évora, Portugal), Museu de Arte de Santa Catarina (2018, Santa Catarina), Auroras (2017, São Paulo), MAM (2016, Rio de Janeiro), Espaço Caixa Cultural (2009, São Paulo e Rio de Janeiro), CCBB (2002, Rio de Janeiro). A artista também participou de mostras coletivas em espaços como Instituto Figueiredo Ferraz (2025, Ribeirão Preto, Brasil), Casa Roberto Marinho (2022-2023, Rio de Janeiro), Paço Imperial (2014, Rio de Janeiro), Oi Futuro (2014, Rio de Janeiro), Instituto Figueiredo Ferraz (2025 e 2012, Ribeirão Preto (2012, São Paulo), Centro Cultural São Paulo (2011, São Paulo), Museu de Arte da Pampulha (2010, Belo Horizonte), Centro Universitário Maria Antônia (2002, São Paulo), Espaço MAM-Higienópolis (2002, São Paulo), MAM (1999, Salvador), dentre outros. Realizou as residências Air 351 (2019, Cascais, Portugal) e Further on Air (2016, Nova York, EUA). Sua obra figura entre coleções nacionais e internacionais importantes, como Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte), Centro Cultural São Paulo (São Paulo), Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual (Lisboa, Portugal), Casa Roberto Marinho (Rio de Janeiro), IBAC-Instituto Brasileiro de Arte Contemporânea (Rio de Janeiro), Museu de Arte de Santa Catarina (Santa Catarina), Arizona State University Art Museum (Arizona, EUA), etc.

  • G A B R I E L A M A C H A D O “Catuaba”, 2025 acrílica sobre linho...
    G A B R I E L A  M A C H A D O
    “Catuaba”, 2025

    acrílica sobre linho

    acrylic on linen

    114 x 173 cm
    44.88 x 68.11 in

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  • Iván Navarro

    1972, Santiago, Chile. Vive e trabalha em Nova York, EUA.
  • As obras de Iván Navarro atraem o público a partir da combinação de elementos que questionam nossa percepção. Por um lado, sob um ponto de vista formalista, seus trabalhos são cuidadosamente construídos, trazendo a luz como seu suporte principal. Luz que provoca os sentidos ao mesmo tempo em que suscita um encantamento no espectador. A produção de Iván Navarro também é imbuída de conotações políticas, que são comunicadas ao público por inúmeras estratégias, como visto nos títulos de seus trabalhos, no cuidadoso uso da cor, na utilização de anagramas, ou na apropriação e desconstrução de símbolos que representam ideologias e poder institucionalizado.

     

    Iván Navarro formou-se em Artes Visuais, em Santiago, Chile, em 1995. Entre as mostras individuais estão: Gare Villejuif - Gustave Roussy, Paris, França (2026), Centro Cultural Gabriela Mistral, Santiago, Chile (2025), Galpón Santa Elena, Santiago, Chile (2025), La Capilla Azul, Chiloé, Chile (2024), Micromuseo di arte Contemporanea della Tuscia, Itália (2023), Art-OMI Sculpture Park, Ghent, EUA (2022), Farol Santander, São Paulo (2020), MAC – Niterói, RJ (2019), MACBA, Buenos Aires (2019), Museu Nacional de Belas Artes, Santiago, Chile (2015), Espace Culturel Louis Vuitton, Paris, França (2010). Dentre as coletivas: Knoxville Museum of Art, Knoxville, EUA (2025), Centro de Arte Caja de Burgos, Burgos, Espanha (2024), Site Santa Fe, Novo México, EUA (2022), Illuminate SF Festival of Light, São Francisco, EUA (2020), XIV Bienal de Nuevos Medios, Museo Nacional de Bellas Artes, Santiago, Chile (2019), 13o Bienal do Cairo (2019), MACBA, Buenos Aires, Argentina (2018), Guggenheim NY (2018), Museo del Barrio, NY (2017), MuBE-SP (2016), Centro Nacional de Arte Contemporáneo, Santiago, Chile (2016), 10a Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2015), Cairo International Biennale, Egito (2010), 53a Biennale di Venezia (2009), 2a Bienal de Moscou (2007), etc. Dentre as coleções mais importantes estão Centro Galego de Arte Contemporánea (Espanha), Fonds National d’Art Contemporain (França), Hirshhorn Museum and Sculpture Garden (EUA), Inhotim (Brasil), Museum of Fine Arts (Boston, EUA), Saatchi Collection (Inglaterra) e Solomon R. Guggenheim Museum (EUA).

  • I V Á N N A V A R R O “Ipanema (Verde)”, 2020 neon, madeira Tamarindo, espelho, espelho unidirecional...
    I V Á N  N A V A R R O
    “Ipanema (Verde)”, 2020
    neon, madeira Tamarindo, espelho, espelho unidirecional e energia elétrica
    neon, Tamarindo wood, mirror, one-way mirror and electric energy
    172 x 87,7 x 23 cm
    67.71 x 34.53 x 9.06 in

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  • Eder Santos

    1960, Belo Horizonte, Brasil. Vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil.
  • A pesquisa de Eder Santos trabalha com o hibridismo próprio da linguagem audiovisual, proporcionando por meio de seus vídeos verdadeiras experiências sensoriais, com planos de pinturas sonorizadas que combinam distorções de cores e sons. Explorando temáticas próprias do cotidiano mineiro, a pesquisa de Eder Santos demonstra compreender a importância da representatividade das mídias tecnológicas na cultura contemporânea, bem como suas responsabilidades como ferramentas universais de comunicação.

     

    Eder Santos estudou Artes Plásticas na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, mas preferiu terminar sua formação cursando Programação Visual pela Fundação Mineira de Arte Aleijadinho (FUMA, 1984). Dentre as exposições individuais mais importantes estão as que foram apresentadas na Caixa Cultural (2026, Curitiba, Brasil), Museu de Artes Visuais (2024, São Luís, Brasil), Museu de Arte do Espírito Santo (2023, Vitória, Brasil), Memorial Minas Gerais Vale (2023, Belo Horizonte, Brasil), Paço Imperial (2017, Rio de Janeiro, Brasil), Sesc Pompéia (2013, São Paulo, Brasil), MAM-Salvador (2010, Brasil), Centro Cultural Banco do Brasil (2010, Rio de Janeiro, Brasil), MASP (2010), Museu de Arte da Pampulha (2007, Belo Horizonte, Brasil), University of Virginia Art Museum (2006, EUA), Museo de Arte Moderna de Buenos Aires (2000, Argentina). Entre as mostras coletivas mais importantes estão as realizadas no Hammer Museum (2025, Los Angeles, EUA), CCBB (2025, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília, Brasil), Tate Modern (2017, Londres, Inglaterra), Museu da Imagem e do Som (2014, São Paulo), Bienal de Curitiba (2013, Paraná, Brasil), Liverpool Biennial (2021, Inglaterra), Itaú Cultural (2007, São Paulo, Brasil), Bienal de La Havana (2006, Cuba), MAC-USP (2002, Brasil), Museo de Arte de Buenos Aires (2000, Argentina), 23a Bienal de São Paulo (1996, Brasil), MoMA (1993, Nova York, EUA), etc. Eder Santos também participou de diversos festivais de vídeo e cinema, como a maioria das edições do Festival VideoBrasil (São Paulo), sendo contemplado com diversos prêmios, Mostra de Cinema de Tiradentes (Minas Gerais, Brasil), Videoarte Festival (Locarno, Suíça), Tokyo Video Festival (Japão), Manifestation Internazionale Video et Art Electronique (Montreal, Canadá), New York Video Festival (EUA), etc. Também recebeu o Prince Claus Fund and Development (2003, Holanda) e Special Mention Festival et Forum Internacional des Nouvelles Images (1996, Locarno, Suíça), Melhor Vídeo no Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano (1995, Havana, Cuba) e no V Festival Internacional de Video Franco-Latino-Americano (1995, Bogotá, Colômbia), dentre muitos outros. Seus trabalhos compõem o acervo do Centre Georges Pompidou (França), Cisneros Fontanals Art Foundation (EUA), MoMA-NY (EUA), MAM-SP/RJ (Brasil), etc.

  • E D E R S A N T O S “Message In A Bottle”, 2014 vídeoinstalação: vidro, madeira, papel, cortiça...
    E D E R  S A N T O S
    “Message In A Bottle”, 2014
    vídeoinstalação: vidro, madeira, papel, cortiça e projetor
    video installation: glass, wood, paper, cork and projector
    17 x 32 x 53 cm
    6.69 x 12.60 x 20.87 in
    ed 12/20

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  • Marcia Grostein

    1949, São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em Nova York, EUA.
  • Marcia Grostein nasceu em São Paulo, em uma família do Leste Europeu que cruzou fronteiras e continentes antes de se estabelecer no Brasil. Seu trabalho — enraizado em temas de pertencimento, memória e reinvenção — transita livremente pela pintura, escultura, performance, vídeo, fotografia, instalação e arte pública. Radicada em Nova York, Grostein é uma artista que trabalha com diferentes suportes e escalas, de esculturas monumentais a peças íntimas e vestíveis. Sua pintura, frequentemente ousada e luminosa, mistura abstração com linguagem simbólica — gestual, porém controlada, ecoa tanto estados interiores quanto reflexões culturais mais amplas. Em sua prática, ela mescla disciplinas e desafia hierarquias entre arte e design, gesto e estrutura, o poético e o político.

     

    Entre suas obras mais marcantes estão os Sky Drawings — esculturas públicas de grande porte — e sua série de arte portátil: joias esculturais que podem ser usadas, exibidas como pinturas em miniatura ou montadas em instalações. Iniciou seus estudos no Royal College of Art, em Londres, retornando ao Brasil após o falecimento de sua mãe, e concluiu sua formação na Escola Brasil, um importante centro de arte conceitual e experimental. Sua primeira exposição em Nova York, em 1978, foi apresentada por Willem de Kooning, marcando o início de sua longa relação com a cidade e sua cena artística. O trabalho de Grostein cria uma linguagem visual em constante movimento — onde a ausência toma forma e a memória encontra estrutura.

  • M A R C I A G R O S T E I N Sem título, 2025 óleo sobre tela,...
    M A R C I A  G R O S T E I N
    Sem título, 2025

    óleo sobre tela, resina e pigmento mineral

    oil on canvas, resin and mineral pigment

    18 x 11 x 5 cm
    7.08 x 4.33 x 1.96 in

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  • M A R C I A G R O S T E I N Sem título, 2025 óleo sobre tela,...
    M A R C I A  G R O S T E I N
    Sem título, 2025

    óleo sobre tela, resina e pigmento mineral

    oil on canvas, resin and mineral pigment

    16,5 x 11 x 6 cm
    6.50 x 4.33 x 2.36 in

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